Foi perante uma multidão de personalidades e populares espinhenses que encheu o Salão Nobre dos Paços do Concelho que o novo executivo camarário tomou posse. A ausência mais marcante foi a de José Mota, antigo chefe do executivo municipal, que renunciou ao seu cargo de vereação e cujo lugar foi ocupado por Manuel Rocha.
Um a um, os eleitos pelos espinhenses foram chamados a fazer o juramento e a assinar: primeiro, o novo presidente Pinto Moreira; depois, seguiram-se os vereadores Vicente Pinto (que ocupará a vice-presidência da autarquia), Manuela Aguiar, Quirino de Jesus, Rolando Sousa, Virgínia Cordeiro e Manuel Rocha (estes três últimos como vereadores da oposição).
No discurso de tomada de posse, Pinto Moreira começou por agradecer a todos os espinhenses: “serei o presidente da Câmara de todos os espinhenses, os quais serão tratados de forma justa e igualitária”. O novo chefe do executivo camarário garantiu que “Espinho não pode manter-se fechado” e que quer “um concelho interventivo e empenhado”.
Pinto Moreira mencionou os eixos de desenvolvimento que quer implementar em Espinho. O primeiro centra-se nas políticas sociais e na educação, área à qual o presidente da Câmara Municipal dará prioridade e que, por isso, já no próximo ano lectivo distribuirá gratuitamente um kit que incluirá os manuais escolares a todos os alunos do primeiro ciclo. O segundo eixo concentra-se na captação de investimento e na criação de emprego, enquanto que o terceira abordará a gestão do espaço público, a limpeza e o ambiente. A gestão de equipamentos e a promoção de eventos são a base do quarto eixo de desenvolvimento; a descentralização e a proximidade constituirão o quinto eixo.
Na cerimónia, não faltaram diversos autarcas sociais-democratas de concelhos vizinhos. Luís Filipe Meneses, Alfredo Henriques, Castro Almeida e João Agostinho Pinto Pereira, presidentes das câmaras de Vila Nova de Gaia, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira e Albergaria-a-Velha, respectivamente, marcaram presença.
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